{"id":506,"date":"2022-07-07T00:00:00","date_gmt":"2022-07-07T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/env-beyondsoftconsultinginc-development.kinsta.cloud\/br\/insights\/blog\/impulsione-a-gestao-de-riscos-usando-a-arquitetura-zero-trust\/"},"modified":"2026-01-13T16:21:28","modified_gmt":"2026-01-13T16:21:28","slug":"gestao-de-riscos-arquitetura-zero-trust","status":"publish","type":"blog","link":"https:\/\/www.beyondsoft.com\/br\/insights\/blog\/gestao-de-riscos-arquitetura-zero-trust\/","title":{"rendered":"Impulsione a gest\u00e3o de riscos usando a arquitetura Zero Trust"},"content":{"rendered":"\n

Aqui na Beyondsoft Brasil, acreditamos que uma boa gest\u00e3o de riscos \u00e9 essencial para proteger os ativos mais importantes do seu neg\u00f3cio a longo prazo. Assim, ela deve eliminar vulnerabilidades e ir al\u00e9m do per\u00edmetro tradicional de seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n

A import\u00e2ncia da gest\u00e3o de riscos na era digital<\/strong><\/h3>\n\n\n\n

Nessa jornada, al\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas internas, a gest\u00e3o de riscos tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1ria. Como um dos pilares da transforma\u00e7\u00e3o digital, ela pode ajudar e muito a eliminar o gap entre a atual postura de seguran\u00e7a das organiza\u00e7\u00f5es e a probabilidade de serem atacadas.<\/p>\n\n\n\n

Hoje, de acordo com o \u00faltimo \u00cdndice Global Cibern\u00e9tico, 76% das empresas acreditam que sofrer\u00e3o algum golpe de sucesso dentro do pr\u00f3ximo ano<\/a>. Impactadas por desafios relacionados a viola\u00e7\u00f5es internas, phishing e ataques de ransomware, elas temem os danos \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o, custos extras com especialistas e cancelamento de contratos por parte dos clientes.<\/p>\n\n\n\n

Fazendo seu trabalho para combater esses n\u00fameros e disseminar boas pr\u00e1ticas de seguran\u00e7a por institui\u00e7\u00f5es de diferentes setores e portes, a Microsoft<\/a> e a Beyondsoft Brasil entendem que os programas de gerenciamento de risco devem estar no topo dos investimentos feitos em tecnologia. Por isso, apostam na arquitetura Zero Trust para aprimor\u00e1-los.<\/p>\n\n\n\n

Essa abordagem pode ajudar as equipes de TI a coordenarem a pr\u00e1tica de gest\u00e3o de risco empresarial, ao longo de quatro fases que compartilharemos hoje aqui no blog! Vamos l\u00e1?<\/p>\n\n\n\n

1 \u2013 Identifica\u00e7\u00e3o ainda mais aprofundada dos ativos e dos riscos com seis pilares<\/strong><\/h3>\n\n\n\n

Aqui, na fase de organiza\u00e7\u00e3o e categoriza\u00e7\u00e3o de sistemas e informa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o processados e armazenados, o Zero Trust enfatiza a cobertura completa dos ativos da organiza\u00e7\u00e3o em todo o patrim\u00f4nio digital, com seis pilares especificados: identidade, endpoint, rede, dados, aplica\u00e7\u00f5es e infraestrutura. Em outras palavras, isso ajuda a obter uma vis\u00e3o hol\u00edstica dos cen\u00e1rios de TI e riscos associados.<\/p>\n\n\n\n

2 – Avalia\u00e7\u00e3o de risco cont\u00ednua para aplica\u00e7\u00e3o de controle de acesso<\/strong><\/h3>\n\n\n\n

Feitas periodicamente ou ap\u00f3s grandes mudan\u00e7as, as avalia\u00e7\u00f5es permitem que as organiza\u00e7\u00f5es determinem os riscos potenciais e descubram se os processos e controles existentes s\u00e3o suficientes para reduzi-los a um n\u00edvel aceit\u00e1vel. Quando a equipe realiza avalia\u00e7\u00f5es baseadas na arquitetura Zero Trust, ela intercepta e verifica explicitamente as solicita\u00e7\u00f5es. Para isso, analisa sinais do usu\u00e1rio, localiza\u00e7\u00e3o, conformidade do dispositivo, sensibilidade dos dados e tipo de aplica\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, a equipe usa essas avalia\u00e7\u00f5es para detectar e responder a anomalias em tempo real. Isso permite um gerenciamento de risco eficaz no n\u00edvel da solicita\u00e7\u00e3o de acesso.<\/p>\n\n\n\n

3 – Resposta em tempo real para mitigar os riscos ao longo do ciclo de vida da solicita\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n

Quando alinhada com as quatro categorias gerais de estrat\u00e9gias de resposta ao risco (tolerar, operar, monitorar e melhorar), a arquitetura Zero Trust fornece uma resposta autom\u00e1tica \u00e0s atividades, seja para permitir, negar, restringir ou autenticar ainda mais as solicita\u00e7\u00f5es de acesso. Isso oferece grande capacidade de resposta aos riscos detectados em tempo real ao longo de um ciclo de vida de solicita\u00e7\u00f5es, permitindo que as organiza\u00e7\u00f5es abordem os riscos em tempo h\u00e1bil.<\/p>\n\n\n\n

4 – Visibilidade em todos os n\u00edveis para a monitora\u00e7\u00e3o e a troca de informa\u00e7\u00f5es sobre riscos<\/strong><\/h3>\n\n\n\n

Com a arquitetura Zero Trust, as organiza\u00e7\u00f5es podem ganhar visibilidade para avaliar, registrar e relatar riscos de identidades e usu\u00e1rios em todos os n\u00edveis. Al\u00e9m disso, as ferramentas de TI e seguran\u00e7a integradas associam indicadores de viola\u00e7\u00e3o. Esses indicadores incluem alto volume de acesso, transfer\u00eancia de dados e detec\u00e7\u00e3o de malware. Isso permite que a equipe de gerenciamento de riscos obtenha todos os detalhes necess\u00e1rios para investigar. A equipe processa os dados ricos de amea\u00e7as e vulnerabilidades para tornar os relat\u00f3rios de auditoria mais precisos. Com os insights gerados pelo monitoramento e pelos relat\u00f3rios de riscos, a equipe revisa a estrat\u00e9gia e a pol\u00edtica de gerenciamento. Eles aprimoram esses documentos continuamente para garantir que permane\u00e7am relevantes e eficazes.<\/p>\n\n\n\n

Como primeira empresa brasileira a conquistar a compet\u00eancia GOLD Security da Microsoft e possuindo a Especializa\u00e7\u00e3o Avan\u00e7ada Microcroft Information Protection & Governance, a Beyondsoft Brasil \u00e9 refer\u00eancia nesse assunto e pode te ajudar a colocar o gerenciamento de riscos em pr\u00e1tica atrav\u00e9s de servi\u00e7os como:<\/p>\n\n\n\n